La vida cotidiana de los profesores de educación superior y sus identidades profesionales
Una discusión a la luz de Michel de Certeau y Claude Dubar
DOI:
https://doi.org/10.47456/regec.2317-5087.2026.15.1.46691.24.42Palabras clave:
Vida Cotidiana, Profesor, Educación Superior, Certeau, DubarResumen
El propósito de este texto fue discutir la vida cotidiana de los profesores universitarios y sus identidades profesionales a la luz de Michel de Certeau y Claude Dubar. Certeau (1994, p. 31) entiende la vida cotidiana como “[...] aquello que se nos da cada día (o lo que se comparte con nosotros), que nos presiona día tras día, que nos oprime, ya que hay una opresión en el presente [...] es una historia que se dirige hacia nosotros, casi retirada, a veces velada.” Dubar (2009) se refiere a las identidades profesionales como formas de identidad que se configuran en la relación entre el “Yo” y el “Nosotros,” particularmente en el contexto de las actividades laborales remuneradas. Se identificaron seis categorías analíticas en común entre las ideas de Certeau y Dubar: la centralidad de la vida cotidiana; la influencia de las estructuras sociales; la acción individual y colectiva; la resistencia y la creatividad; la otredad; y la construcción de la identidad.
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